Parabéns Mãezinha do Carmelo

“A vida presente é meio, e não o fim. Por ela, conseguimos a verdadeira vida que é a eterna. Tudo aqui na terra passa rapidamente, e a vida de todos é um acúmulo de lutas, dificuldades e sacrifícios. Mas, graças a Deus, tudo isso, é uma passagem, pois, a vida verdadeira, é a que não tem fim. Veja, portanto, que não se deve afligir, e nem se apegar ao que vale tão pouco, ao que é tão inseguro e perecível.”

(Mãezinha)

Aos 8 de julho de 1909, Mãezinha vinha ao mundo. Recordar seu aniversário e olhar para sua vida é, ao mesmo tempo – e quase que forçosamente – olhar para o Céu, para a eternidade, para a Vida verdadeira, que já recebemos de Deus em gérmen, e que fazemos frutificar em cada ato do dia a dia.

Por que isto? Porque não se pode deixar de ver a ação de Deus ao olhar para a vida tão simples, e ao mesmo tão heroica daquela que foi uma menina arteira e teimosa, jovem vaidosa e depois, fascinada, transformada por Deus... Fascinação e transformação que a levarão a vencer todas as dificuldades da doença e do temperamento altivo para se fazer carmelita. Uma alma enamorada por Deus, que passa a olhar tudo o que acontece sobre o prisma divino:

“Que o Bom Deus nos ajude a aproveitar de tudo o que Ele permite, a fim de santificar-nos. E, como Ele quiser.”

E assim esta monja, jovem fundadora, jovem formadora de almas, adulta construtora, administradora dos bens e das almas que Deus lhe punha nas mãos, se transfigurou, através de muitas cruzes, em Mãezinha: cuidado, ternura, firmeza, amor exigente e sempre em comunhão com Deus.

Que Mãezinha, neste mês, nos ajude a ser-para-os-outros, como Jesus, como Maria!

“É, na verdade, ser feliz, e muito feliz, viver somente para Deus. Feliz de quem Ele pode dispor a favor de seus irmãos!”

↑ Voltar ao topo